<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-430524540774346549</id><updated>2012-02-16T06:49:05.663-03:00</updated><category term='conto único'/><category term='Ao Por do Sol'/><category term='codice'/><category term='marcada'/><title type='text'>Contos da Malka</title><subtitle type='html'>Contos de minha autoria. Qualquer semelhança com a realidade, é mera coincidência.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://contosdamalka.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosdamalka.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Malka Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06357062629639780500</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-7RAOO2aRIMY/TemPQWUN9BI/AAAAAAAAAaw/FfkY2uK8kIk/s220/101011_155741.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>9</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-430524540774346549.post-1500852213537523835</id><published>2010-07-26T20:40:00.002-03:00</published><updated>2010-07-26T20:41:16.132-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='codice'/><title type='text'>O Codice: Capitulo 6 - Retorno ao Passado</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/TE4cz38MhKI/AAAAAAAAARM/C8PYhRidHak/s1600/nublado.1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/TE4cz38MhKI/AAAAAAAAARM/C8PYhRidHak/s320/nublado.1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Um guincho parava na frente da casa, um Bernard furioso estava sentado no banco do passageiro, não conseguia entender como seu velho carro fizera isso com ele, parar assim no meio da rua. Descia e ia até a janela do motorista dar os alertas, coitado dele se arranhasse um só centímetro do seu carro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Cuidado ae cara... Isso tu já sabe, é uma relíquia... Cuidado com minhas parafernalhas e se tiver faltando algo já sabe, fica sem cabeça. Então quanto te devo? – Puxava a carteira já desanimado com quanto ia custar o concerto do carro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Olha tu passa lá na graxa amanhã pra pegar teu carro, vai ta prontinho e num quero papo com teus pobrema não cara o carango vai vorta com tudim que ta dentro! Fica uns 100 conto de entrada e o resto tu me da amanhã quando eu soube que que teu carango tem beleuza?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- 100??? Isso vai, leva mesmo meu dinheiro, toma e quero ele tinindo amanhã. Ainda não testei a moto mas você arrumou o problema não foi? – Puxava algumas notas amassadas da carteira e entregava nas mãos sujas de graxa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Arrumei pow num confia mai não é? Se tu testar e tiver com barulho leva lá que eu arrumo di gratis e ainda troco as peça! – Enfiava o dinheiro no bolso do macacão e dava partida no caminhão. – Amanhã sem farta teu carango ta pronto.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Ta bom ta bom, amanhã passo lá a tarde. – Acenava e via ao longe seu carro indo embora. Ainda bem que tinha uma segunda opção pra ir trabalhar. Girava a chave no indicador no pequeno caminho que tinha até sua casa, janelas fechadas, nenhuma luz lá dentro. – É, ela já foi dormir. – Olhava o relógio, já passava da meia noite além de ter passado 2 dias fora. Um sorriso passava pelos lábios enquanto imaginava sua comida no forno, esperando pra ser aquecida, a mesa posta, a casa limpa. Se acostumara com isso nos poucos dias em que ela estava morando com ele. Os pensamentos divagavam sobre leva-la pra sair, ela precisava sair um pouco de casa. A chave era encaixada, a porta aberta para uma escuridão. As mãos iam automaticamente pro interruptor ao lado da porta, pra cima, pra baixo e nada acendia. Péssimo sinal.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Gabrielle? – Chamava com a voz já em seu rosnado habitual, as mãos tateavam o interruptor do corredor, as luzes acendem. A lâmpada da sala apenas queimou. Aliviado tirava o coldre o deixando sobre a mesa. Silêncio. Nenhum som, nenhum movimento, nenhum latido. – Bonne??? Bonne.. Cadê você garoto??? – Corria para o quarto, a porta fechada, sentia aquele cheiro agridoce, um chute abria a porta, o cheiro ficava mais forte. Acendia as luzes, teve que se conter pela cena que vira. Pedaços de pelo e sangue por todos os lados, ossos roídos amontoados em cima da cama, um crânio animal no topo&amp;nbsp; da pilha de ossos dava o toque final, tufos de pelo ensangüentados grudados em certos pontos da parede. Abaixava-se pegando a coleira.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Miseráveis... – Enfiava a coleira suja no bolso. E se dava conta, onde está ela? – Gabrielle???? – Corria pela casa escancarando as portas, voltava à sala vazia. Ela sumira. O som de um estalido metálico no banheiro. As mãos iam à glock sempre a sua espera em cima da estante. Engatilhava. Não se dava ao trabalho de ser silencioso, já sabiam que ele estava ali. Era delicado como sempre abrindo a porta com um chute, o sangue já coagulado fazia seu estomago revirar, não... Ele estava acostumado com o cheiro, o que lhe dava medo é não te-la encontrado. Na parede oposta, lá estava, escrito com sangue:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“Lexton 4º”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Apenas uma palavra que fazia todo sentido. O covil. Se arrependendo amargamente de não ter explodido o lugar. Ele ainda tinha algumas horas antes do dia amanhecer, precisava se apressar. Ela ainda está viva, sentia isso dentro de si. Não ia deixar que tudo acontecesse de novo. Não ia perdê-la. Empurrava a porta da cozinha de qualquer jeito indo aos fundos da garagem, puxava uma lona preta e lá estava sua harley, companheira de aventuras e emergências. Ia até a prateleira do fundo, não tinha tempo pra esperar até tirar tudo. Com um empurrão ela vai ao chão e Bernard com um pedaço da mesma quebrava a parede falsa até achar seu pequeno arsenal. Armava-se até os dentes. Não ia sobrar um daqueles malditos vivo. Nem um pra contar história. A marca do pneu era deixada pra trás junto com a fumaça e ele seguia rumo ao lugar de onde antes a salvara e agora a salvaria de novo. Sairiam da cidade, viveriam longe dali sem vampiros, lobisomens, fadas, bruxos ou o que diabos seja. O vento frio contra seu rosto e o tom cinza no céu denunciava o mau tempo. Clarões no horizonte já eram vistos, o temporal se aproximava e agora o plano seria outro, entrar, matar, salvar. Seria herói. O seu herói. Freava a moto na frente do prédio, o lugar onde a conhecera. Eles foram espertos. Ainda tinham algumas horas antes do dia nascer. As glocks em suas mãos engatilhadas estavam prontas pra agir&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/430524540774346549-1500852213537523835?l=contosdamalka.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosdamalka.blogspot.com/feeds/1500852213537523835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=430524540774346549&amp;postID=1500852213537523835&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default/1500852213537523835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default/1500852213537523835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosdamalka.blogspot.com/2010/07/o-codice-capitulo-6-retorno-ao-passado.html' title='O Codice: Capitulo 6 - Retorno ao Passado'/><author><name>Malka Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06357062629639780500</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-7RAOO2aRIMY/TemPQWUN9BI/AAAAAAAAAaw/FfkY2uK8kIk/s220/101011_155741.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/TE4cz38MhKI/AAAAAAAAARM/C8PYhRidHak/s72-c/nublado.1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-430524540774346549.post-3174569072547958046</id><published>2010-03-27T14:32:00.002-03:00</published><updated>2010-07-26T20:44:23.145-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='codice'/><title type='text'>O Codice: Capitulo 5 - Ao Por do Sol</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/S65A9M8-8-I/AAAAAAAAAI0/w6g5jw7HCkI/s1600/Day_of_apocalipse_by_1maliniak1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/S65A9M8-8-I/AAAAAAAAAI0/w6g5jw7HCkI/s320/Day_of_apocalipse_by_1maliniak1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;E lá estavam os dois. Gabrielle e Bernard correndo por um campo florido e sentados a beira de um belo rio, uma cesta de piquenique com sanduíches e bolos, ela dando um pedaço de torta a um Bernad sorridente e a cabeça dele se inclinando em direção a sua e finalmente Gabrielle acorda naquela manhã ensolarada. Pela primeira vez que via o sol entrando desse jeito em casa. Os lençóis não mais tinham aquele cheiro da primeira noite que acordara, graças ao esforço da garota estavam limpos e cheirosos. O corpo ia se mexendo embaixo do edredom querendo dormir por mais um pouco, o sonho era tão bom. Finalmente as orbes azuis pousam no travesseiro, vazio, ao seu lado. Ele já saíra.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;- Será que pelo menos ele tomou café? - Fala com aquela voz rouca de sono e vai se levantando tentando lembrar por que se sentia tão triste, mas então lembra da conversa da noite anterior e entende. – Essas coisas não deviam acontecer com todo mundo... Bonne cadê você garoto? .&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;Chama pelo cachorro que vem com a cabeça baixa, a cauda entre as pernas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;- Hey garoto o que ouve será que... – Se levanta correndo e vai até a cozinha, as vasilhas de água e comida dele estavam vazias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;– Ai me perdoa Bonne!!! Foi sem querer eu juro! – Ia tirando o pote onde agora guardava a comida dele, antes ficava em um saco aberto no meio da cozinha e ele podia comer a hora que queria, mas acabava juntando bichos e deixava a ração mole. E pra melhorar a situação. O pote estava quase vazio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;- Bem tem um pouco aqui e vou ter que comprar mais. Volto logo okay? Só vou me trocar. – Enquanto falava enche a vasilha de água e coloca o resto da comida na outra. O cachorro logo engolia o pouco da comida e olhava pedindo mais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;- Calma já vou trazer. – Se trocava, um vestido simples de alça com pequeno decote, uma sandália rasteirinha e pronto. Mesmo lembrando do que o B falara pra não sair, não tinha como deixar o cachorro com fome. Mexia num lugar secreto que descobrira onde o B guardava o dinheiro, a lata de café. Tirava apenas o suficiente pra comida do cachorro e mais alguma coisa pro almoço. Abria a porta da cozinha e saia pelos fundos, de vagar e com calma. Murmurando alguma música, saltitando em alguns passos, aqueles dias estavam sendo ótimos, quase esquecia dos seus próprios problemas pra cuidar dos de Bernard. Isso estava sendo realmente bom. Sentia aquela sensação de estar sendo seguida e olha pra trás num impulso. Não tinha ninguém. Estava tudo deserto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;- Deixa de paranóia Gabrielle... – Continua seus passos mas a sensação não a abandona, tem a impressão de ver alguém em cima de um dos telhados pulando para o outro. Agora sim acha que ficou maluca de vez. Mas logo um pássaro passa voando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;- Foi só um pássaro não é?! - Ela mesma tentava acreditar nisso até que ao avistar o mercado sorri aliviada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;- Comida pra cachorro comida pra cachorro comida pra cachorro, ah! Aqui! – Finalmente acha a seção e escolhe uma ração qualquer que vira recentemente o comercial. – Acho que o Bonne vai gostar dessa. Agora preciso de sabonete, sabão em barra e um desodorante pro B e ele realmente precisa de um. – Passando pras seções pegando tudo e colocando na cestinha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;- Almoço, num sei o que faço pra hoje – Andava na seção de congelados. – Lasanha! Ótimo! – Pegando uma embalagem e segue para o caixa, pra sua sorte vazio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;- Vinte e três e setenta. – A voz do balconista a tira do rápido devaneio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;- Obrigada... – Paga e recebe o troco o colocando numa das sacolas onde sua pequena compra já fora embalada. Agora era só ir pra casa, descongelar a lasanha e esperar o B chegar para comer, ler um livro, brincar um pouco com o Bonne e seria o fim de um ótimo dia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;- And she will be loved... And she will be loved… - Cantava enquanto ia andando e se aproximando da ruela por onde passara anteriormente com a sensação de estava sendo observada, o pássaro que voara ainda estava lá e parecia que não tirava os olhos dela. Besteira era só um pássaro! Continuava seguindo seu caminho até avistar a casa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;- Finalmente! – Olha de canto pra um carro que passava ao seu lado e estaciona em um beco ali perto. Apenas um vizinho talvez. Entra em casa lembrando de trancar bem a porta como o B mandara, na verdade ele a dissera pra não sair de casa mas isso não vem ao caso. Mal entra e Bonne já sente o cheiro da comida e começa a pular em cima dela e das sacolas. Com os braços erguidos ela vai tentando fugir erguendo os braços pra impedir das sacolas serem rasgadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;-Ow ow ow calma garoto calma senta senta! Seeeeennnta! – Ria, se divertia com a cena. Bonne permanecera sentado após a primeira ordem. Ela coloca a comida na tigela e o olha de canto. – Hey já pode comer ta?! – Não precisou mandar duas vezes e ele já atacava com voracidade a ração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;- Me perdoa por ter esquecido sua comida viu? – Colocava as pequenas compras no lugar e agora se dar conta de que se esqueceu da bebida. Deixou a lasanha congelada em cima do balcão pra que descongele. – Ah droga! Bonne vou sair novamente, comprar um refrigerante pro almoço! Espero que o B não chegue antes de mim ou vou tomar uma bronca. – Olhava pela janela vendo o sol se por.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;- A essa hora já não é mais almoço e sim jantar! Ai que fome e o B que não aparece. – Vai saindo novamente fechando a porta deixando a chave embaixo do tapete, seguindo o mesmo caminho que passara mais cedo. Dessa vez não cantava, caminhava rapidamente. Tinha medo que B chegasse e descobrisse que ela saiu, bem isso ele descobriria de todo jeito mas com ela já estando em casa o sermão talvez fosse menor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;- Nessas horas queria ter asas! Seria bem mais rápido – Ri de sua frase digna de uma criança de seis anos. Já entrara no mercado acenando pra o balconista que a atendera mais cedo. – Esqueci a bebida! – sorri boba indo buscar e logo volta, acaba pagando o refrigerante no mesmo balcão. Sprite, a favorita do B.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;- Obrigada e volte sempre, mas espero que hoje mais não né?! – O balconista sorri junto a ela e acena ao vê-la ir embora. Fazendo aquele caminho pela segunda vez, quase decorara as casas do lugar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;\0027Times New Roman\0027&amp;quot;;"&gt;- To morrendo de fome, espero que o B não demore mais ou vou jantar... Quem é você?! O que quer??? Ei não... Espera! Ahhhhhhhhhhhhhhh. – E o grito já é abafado pelo saco preto colocado em sua cabeça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/430524540774346549-3174569072547958046?l=contosdamalka.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosdamalka.blogspot.com/feeds/3174569072547958046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=430524540774346549&amp;postID=3174569072547958046&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default/3174569072547958046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default/3174569072547958046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosdamalka.blogspot.com/2010/03/o-codice-capitulo-5-ao-por-do-sol.html' title='O Codice: Capitulo 5 - Ao Por do Sol'/><author><name>Malka Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06357062629639780500</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-7RAOO2aRIMY/TemPQWUN9BI/AAAAAAAAAaw/FfkY2uK8kIk/s220/101011_155741.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/S65A9M8-8-I/AAAAAAAAAI0/w6g5jw7HCkI/s72-c/Day_of_apocalipse_by_1maliniak1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-430524540774346549.post-8609807629336708789</id><published>2010-03-26T19:36:00.001-03:00</published><updated>2010-03-26T19:37:27.553-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ao Por do Sol'/><title type='text'>Ao Por do Sol - Capitulo 1</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/S6027pjRZ9I/AAAAAAAAAIs/rhTG_njQjAQ/s1600/guanajuato_01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/S6027pjRZ9I/AAAAAAAAAIs/rhTG_njQjAQ/s320/guanajuato_01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;"&gt;O som dos sapatos caros e bem engraxados que andavam pela rua silenciosa e deserta poderia ser ouvidos a quilômetros de distância, mas ele não queria ser ouvido e não era. Já era tarde para alguém caminhar na rua a essa hora mas ele estava ali e não temia qualquer que fosse as ameaças, pelo menos não as ameaças para os reles mortais que estavam aquecidos sob seus edredons caros e suas lareiras acesas. A sua voz então ecoa como se estivesse fazendo um discurso fúnebre, um tom etéreo e calmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Times New Roman'; font-size: 12pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- 14 de Outubro de 1980, uma data para ser lembrada mas que deveria ser esquecida. Eramos todos jovens e imaturos, não sabiamos de nada da vida, nem da morte. Mas acabamos aprendendo forçadamente. Era isso ou perecer sob os pés daqueles animais. Onnwww sim. Aqueles animais de vitae tão doce. E hoje entendemos que nunca deveríamos ter entrado naquela casa, mas éramos jovens, a adrenalina correndo na veia, o bater acelerado do coração e a fama que isso dava no dia seguinte eram combustível suficiente pra todas as loucuras que fazíamos naquele tempo. Ainda somos crianças comparados a nossos criadores mas, qual seria o problema nisso?!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tal ser trajava calças de couro pretas e um corsete feminino de mesmo tom, mas que pela ausência dos seios e excesso de músculos mais parecia um top, ele não se importava com isso. Por cima um sobretudo roxo berrante e cobrindo seus olhos demoníacos um óculos escuro de armação púrpura.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Sim!!! Crianças da noite!!! Os melhores anos de sua vida, ops, de sua morte! Não os percam jamais! Sorria, coma, pule, cante, dance e irrite seus papais! Nunca esqueçam de manter os caninos afiados, de armas de prata para nossos inimigos lobos e por ultimo mas não menos importante, nunca se esqueçam do protetor solar!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao recomeçar a falar sua expressão mudara completamente, tom da voz, postura... Agora parecia sobre o palco de um teatro lotado onde todos tinham os olhos pousados na performance que ele vos apresentaria! Passos de dança ponteiam o caminho, bancos se tornam trampolins, muros viram cordas bambas e seu espetáculo começara.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Mas eu não vim aqui dar-lhes aulas sobre sua pós vida querido! Vim falar-lhe da Flor! Sim a bela Flor! Que tomou o coração de seu mestre o arrancando e... O devorando! Tal mestre jamais perdoou tal traição! Assim como Tal Flor jamais viu a luz de Tal sol, mas bem isso ela já não fazia a muito tempo! Tal Flor tinha um sorriso de derreter o coração dos mais funestos seres e um vitae de causar os mais infames desejos e se fazer realizar os mais funestos pecados. Uma simples gota e PIMBA! Você estava em suas mãos. Numa bela tarde ensolarada com o luar iluminando o mar no sertão tal Flor se encontrava ali plantada tão sozinha e solitária no orfanato onde morava! Era maltratada pela Senhoria malvada e pelos moradores mais velhos do lugar, alguns deles são até amigos dos meus amigos! Ou será que primo dos meus primos? Mas minha árvore genealógica não vem ao caso agora pois estou a falar da Flor! Ela morou no orfanato por muitos anos, pois ainda os viviam longamente. Não como os séculos que vive agora, até o seu mestre a encontrar e visitar sua janela todas as noites, ora veja só que história de amor mais piega e romântica! Mas a Flor não sabia que ele estava ali! E assim os anos se passaram, para a Flor cada ano era longo mas para o, oras ele não tem nome ainda?! Bem vejamos, se ela é a flor, ele vai ser O Espinho claro! Bem onde eu estava?! Ah sim! Para a flor cada ano era longo, mas para o Espinho eram apenas grãos de areia em sua ampulheta! Numa bela noite de lua ensolarada a Flor foi até a janela, viu o Espinho e aí o cravo brigou com a rosa debaixo de uma sacada! O cravo saiu ferido e a rosa despetalada! Vejam só! O cravo ficou doente e a rosa foi visitar! A rosa teve um desmaio e o cravo pôs-se a chupar o sangue da rosa! Mas não é rosa é Flor! E a Flor morreu nos braços do Espinho mas o Espinho fez a Flor viver novamente! Mas eles não viveram felizes para sempre! Só por alguns séculos até a Flor conhecer o... O... Preciso de um nome pra ele também! Flor, Espinho, bem ele vai ser Arbusto! Então a Flor conheceu o Arbusto que a fez se apaixonar por ele! Mas veja só que crueldade! A Flor traiu o espinho enfiando-lhe uma estaca de madeira em seu peito e sugando todo o seu sangue! Ora vejam só que crueldade! O Espinho dormiu então para sempre em sua caixa de madeira e a Flor teve todo o seu sangue sugado pelo Arbusto e foi dormir também!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse momento ele já estava sentado e um banco numa praça, se levanta, caminha alguns passos, ergue os braços e faz uma reverência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Eu sou Cleff Portman o anfitrião desta noite e essa foi a história da Flor, do Espinho e do Arbusto! Obrigado, vocês foram uma platéia maravilhosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vira-se e volta pelo caminho de onde veio com os mesmo passos e agora com a postura que adotara anteriormente. Parecendo um Lorde ou algo mais, sua sombra vai o seguindo pelos passos lentos, o som dos passos vai morrendo ao longe, sua sombra vai sumindo ao longe, sua forma vai sumindo ao longe mas seu cheiro atiça a curiosidade de alguns seres que rondavam o lugar.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/430524540774346549-8609807629336708789?l=contosdamalka.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosdamalka.blogspot.com/feeds/8609807629336708789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=430524540774346549&amp;postID=8609807629336708789&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default/8609807629336708789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default/8609807629336708789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosdamalka.blogspot.com/2010/03/ao-por-do-sol-capitulo-1.html' title='Ao Por do Sol - Capitulo 1'/><author><name>Malka Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06357062629639780500</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-7RAOO2aRIMY/TemPQWUN9BI/AAAAAAAAAaw/FfkY2uK8kIk/s220/101011_155741.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/S6027pjRZ9I/AAAAAAAAAIs/rhTG_njQjAQ/s72-c/guanajuato_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-430524540774346549.post-6733897268585540717</id><published>2010-01-13T19:36:00.001-03:00</published><updated>2010-07-26T22:04:24.072-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='codice'/><title type='text'>O Codice: Capitulo 4 - A História</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/S05Ks3GVP6I/AAAAAAAAAFs/FWwqNXukNcU/s1600-h/a+historia.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/S05Ks3GVP6I/AAAAAAAAAFs/FWwqNXukNcU/s400/a+historia.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Da próxima vez você vai comprar suas roupas! – Estendendo uma sacola florida, provavelmente de uma loja feminina. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Nossa! O que aconteceu na loja pra você chegar desse jeito? – Olhando o conteúdo da sacola, uma calça jeans, um short, algumas camisetas básicas. E ali estava o problema, num pacote menor, lingerie. Não consegue conter a risada. – Você me comprou calcinhas??? E... Sutian??? – Não conseguia parar de rir, mas ao ver a cara de bravo dele acaba se contendo. – Tudo bem entendi, mas me diz o que aconteceu? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Como vocês agüentam? Tamanho P, M, G taça 34, 38, 40 eu não fazia a mínima idéia! Altura? Cintura? E a vendedora não parava de fazer perguntas idiotas do tipo “ah ela gosta de cintura alta?” como assim cintura alta? Humph. Da próxima vez você vai! – A cena era realmente cômica, ele andando pra lá e pra cá falando de coisas que era comum pra ela. Mas com um ronco da barriga ele muda de assunto. – A comida ta, droga esqueci no carro. – Se levanta indo buscar. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Tudo bem, vou me trocar pra comer. – Ele logo retorna e a encontra de costas, usando uma das lingeries, abaixada puxando o short pelas pernas grossas, quando percebe que ela ia se virar apressa o passo até a cozinha, a mesa estava posta. Pratos, talheres, copos e um pequeno jarro com flores, nem imaginava que algo assim existia em sua casa. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Bem espero que tenha trazido bastante comida por que eu to faminta! – Já pegava o pacote das mãos dele, comida chinesa. – Hummmmmm adoro comida chinesa! – Ele ficava de pé a olhando enquanto ela o servia. – Er.. B, você pode sentar sabe? Mas primeiro vai lavar as mãos! – Fala com tom mandão e começa a rir. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Não abusa da sorte garota. – Vai até a pia da cozinha e lava as mãos rapidamente, a olha de canto. Ela o esperava para comer. Assim que ele senta ela pega o hashi comendo, ele fica olhando pra ela e pra os pauzinhos e pega o garfo. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Ei, não tem graça comer de garfo! – Tirando o garfo da mão dele, se levanta pegando o hashi. Assim, você pega e coloca ele entre os dedos ta vendo? Agora tenta.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Eu não quero usar esses palitos, se fosse pra comer assim eu comia espetinho! – Olhando de cara amarrada. Mas ela já estava se acostumando com o jeitão dele e não desiste. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Você vai comer de hashi! Anda! – Pega a mão dele e coloca o hashi na posição&amp;nbsp;certa e o mostrava como movimentar e segurar a comida. Mas ele não ligava mais pra comida, como a pele dela era macia, como seu toque era quente. Ele fica em silêncio olhando para a mão dele sobre a sua, ela logo solta e vai sentar voltando a comer quieta.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Ele apenas murmura algo e tenta pegar uma porção do yakisoba, que logo cai. Ela o olha e sorri. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Isso, mas da próxima vez tenta enrolar um pouco no hashi. – Ele o faz e estava uma delicia, mas com a fome que tava tudo parecia gostoso. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;O silêncio predomina pelo resto da refeição até que os pratos ficam limpos. Ela o olha receosa, queria perguntar algo, mas tinha medo da atitude dele perante a pergunta. Resolve arriscar assim mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- B, posso te perguntar algo? – Não esperava menos do que o olhar que ele lança a ela, mas ainda assim ele afirma com a cabeça então ela continua. – Por que você ficou tão agitado quando eu falei daquela caixa? – Passa a mão pelos braços onde ficara pequenas marcas do nervosismo dele. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Eu esperava que... Você perguntasse isso. – Ele parecia triste, mas se levanta e vai andando até o quarto, ela o segue. Quando chega lá ele retirava a caixa do armário, era mais ou menos do tamanho de uma caixa de uma tv de &lt;st1:metricconverter productid="29 polegadas"&gt;21 polegadas&lt;/st1:metricconverter&gt;. A coloca sobre a cama e fica de pé. Ela senta o olhando. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Se não quiser falar tudo bem, é só que... Queria saber o que aconteceu pra te deixar daquele jeito. – Ele parecia não ouvir, passava a mão pela caixa, como se lembrasse de várias coisas. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Nos conhecíamos a 10 anos, quando me mudei pra cá pouco depois ela veio também, disse que não agüentou ficar longe de mim e acabamos morando junto. – Ele abria a caixa, tirando um vestido longo num tom claro, mas não chegava a ser branco. Coloca em cima da cama, enquanto isso ela arrisca um olhar pra dentro da caixa, dentro ainda estavam algumas peças de roupa cuidadosamente dobradas, algumas pequenas caixas e um pequeno vidro de perfume vazio. Ele continua falando. – Moramos aqui por 5 anos até que eles apareceram, descobriram de quem eu era filho, foi na mesma época em que eu descobri o que o meu pai fazia pra viver. – Ela o interrompe. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Caçava vampiros... – Fala num tom baixo, mas logo percebe e se cala o olhando com um pedido de desculpa nos olhos. Ele não liga e continua. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- É, caçava. E eles não estavam nada felizes, quando eu descobri tentei afasta-la e deixa-la longe desse perigo. Mas ela não ouvia e dizia que queria ficar comigo e não ia me deixar por nada. Mas ela não tinha noção do perigo. Um dia cheguei em casa e ela não estava mais. Estava tudo revirado e tinha sangue por todo lado. Eu fiquei louco e sai atrás dela a procurando por todos os lados e em todos os esconderijos que eu conhecia, levei semanas até achar o lugar certo. – Tirava algumas fotos de dentro da caixa, uma bela moça ruiva, abraçada com um Wacklon bem mais novo e cuidado. - Mas cheguei tarde, alguns minutos atrasado. Matei o desgraçado que estava pendurado em seu pescoço com um só tiro bem entre os olhos, ainda consegui ver seus últimos movimentos, seus últimos suspiros e suas ultimas palavras ela disse que jamais me deixaria, que voltaria para mim. Tentei trazer seu corpo comigo, mas o lugar foi explodido, uma armadilha para me pegar, mas consegui sair de lá. Mas não consegui trazer o corpo! O teto desabou, fogo por todos os lados! E ela caiu dos meus braços quando o primeiro pavimento enfraquecera, não consegui segura-la! Não consegui! – E ali estava uma cena que ela jamais imaginara ver. Waclkon chorava como uma criança. Ela o abraça tentando acalma-lo. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Shhh você não teve culpa, não foi sua culpa, Shhh... – E o senta ao seu lado... Logo o deita e fica abraçada a ele deixando que ele chore, apenas acariciava sua cabeça. Ainda lembrava do rosto da moça, ruiva, pele branca e olhos azuis. Lembrava ela mesma. E começa a sentir medo por essa semelhança. Se passam alguns minutos, algumas horas não sabe dizer, mas logo ela pega no sono ali abraçada com ele. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Incrível como aqueles braços lhe traziam segurança, calmaria. Era incrível como o calor daquele corpo o acalma e ele sente seu corpo esmaecer, não queria mais lembrar, apenas se mantém de olhos fechados e adormece. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Continua...&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/430524540774346549-6733897268585540717?l=contosdamalka.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosdamalka.blogspot.com/feeds/6733897268585540717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=430524540774346549&amp;postID=6733897268585540717&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default/6733897268585540717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default/6733897268585540717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosdamalka.blogspot.com/2010/01/o-codice-capitulo-4-historia.html' title='O Codice: Capitulo 4 - A História'/><author><name>Malka Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06357062629639780500</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-7RAOO2aRIMY/TemPQWUN9BI/AAAAAAAAAaw/FfkY2uK8kIk/s220/101011_155741.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/S05Ks3GVP6I/AAAAAAAAAFs/FWwqNXukNcU/s72-c/a+historia.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-430524540774346549.post-195763580710970180</id><published>2010-01-07T13:42:00.001-03:00</published><updated>2010-07-26T21:12:20.723-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='codice'/><title type='text'>O Codice: Capitulo 3 - Novos Dias</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/S0YOjBITsNI/AAAAAAAAAFk/gyU6aWEaJVo/s1600-h/Day_of_apocalipse_by_1maliniak1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/S0YOjBITsNI/AAAAAAAAAFk/gyU6aWEaJVo/s400/Day_of_apocalipse_by_1maliniak1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;A fumaça do cano de escape ia enchendo lentamente a garagem, finalmente &lt;st1:personname productid="em casa. O"&gt;em casa. O&lt;/st1:personname&gt; dia fora duro mas nada que algumas boas horas na banheira e algumas carteiras de Malboro não resolvessem. Enquanto esse devaneio lhe vem a mente caminhava em direção a porta da cozinha, empurrava a porta que cede até a corrente do pega ladrão, mas o tranco surpreso o faz dar de cara na porta. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Cacete... – Massageava o nariz tentando entender por que diabos a porta estava fechada e quem ela pensa que é pra trancar a porta desse jeito? Tentando se lembrar se a disse pra não tocar em nada enquanto forçava a porta. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Ow, garota??? Alooowww??? – Ouvia Bonne latir mas nem sinal da garota. O rosto se contorce, ela fora embora. Mas então como trancara a porta? Um turbilhão de pensamentos do que poderia ter acontecido nem pensa mais, já leva o solado do tênis até a porta arrancando o suporte da corrente, puxa a glock do coldre e já ia invadindo a casa olhando para todos os lados, mas logo o queixo cai e os olhos se arregalam. Essa não era sua casa. Estava tudo limpo, o branco da cozinha era visível, nem se lembrava que a pia tinha um fundo, tapete próximo a pia, tapete???? Era uma de suas camisas. Ainda de braço estendido continuava andando dentro da casa. Roupas molhadas no varal da área de serviço. Então era pra isso que servia as cordinhas na parede? E um olhar lateral faz sua face corar, cuecas lavadas e limpas! Tropeça em algumas sacolas no chão, então tudo aquilo era lixo? Olha de relance pra um dos sacos abertos e tira uma playboy antiga. A face cora novamente. Se ela achou a revista também achou... A caixa. Ainda com a arma em mãos empurra a porta do banheiro, nem imaginava que aquela era a cor original dos azulejos, o espelho estava limpo, a banheira e o box estava aberto e lá estava a garota, de olhos fechados deixando a água morna escorrer pela pele branca passando por cada centímetro do seu corpo, o cabelo que se grudava a pele e escondia ligeiramente suas costas. Parecia que ele acompanhava um dos pingos que lhe cai sobre os cabelos e desce lentamente pela face passando pelas orbes azuis escondidas por trás das pálpebras tão brancas, a face rosada, os lábios e eis que esse pingo se perde quando as delicadas mãos pousam sobre&amp;nbsp; o rosto para lhe tirar&amp;nbsp; o excesso de água e quando nota lá estavam as orbes pousadas em seu olhar. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Ahhh você chegou??? – Desculpa não ouvi você chegando às vezes me distraio quando estou no banho. – Puxando a toalha e enrolando o corpo. Demorou um pouco até Wacklon entender por que a visão da pele branca fora ocultada. Ela notava que estava falando com as paredes até ele voltar a olhar em seus olhos sem jeito. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- O que diabos você fez com a casa? – Não era essa a pergunta que ela esperava pelo menos um “boa tarde”, ou “como está”? Mas já devia saber que isso não sairia dos lábios dele. Wacklon recoloca a arma no coldre e tira o mesmo deixando sobre a pia. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Eu, limpei. Fazia quantos anos que você não limpava isso aqui? Uns... 10? E o coitado do Bonne estava cheio de pulgas. – O cachorro vinha lentamente e sentava ao lado dele lambendo sua mão. Nossa até a cor do cachorro estava diferente. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Eu nunca tive tempo pra casa. – Nota que segurava a Playboy e tenta esconder mas ela já notara. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Bem essa foi pro lixo por que tinha outra igual, mais nova então joguei a mais velha no lixo. As outras estão aqui – Aponta pra um balde velho que fora cortado ao meio e encaixado de alguma forma, lá estavam todas as revistas. Ele fica em silêncio constrangido com a cena, mas ela parece não se importar e continua falando.&amp;nbsp;– E a caixa que estava nos fundos do armário continua lá, mas do lado direito embaixo das prateleiras onde estão seus sapatos, tem algumas camisas limpas enquanto as outras secam e aconselho você ir comprar algo pra comer por que o queijo e o pão de anos atrás que estavam no fundo da geladeira estavam mais do que estragados. – E então ele lembra, a caixa!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Você abriu a caixa???? – Já estava próximo dela a segurando pelos braços, tinha uma raiva nos olhos. – Me diga!!! Você Abriu????? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Não... Eu não abri... Eu... Juro... Ai ta me machucando! – Tentava soltar os braços que assim que são libertados das mãos ásperas dele ficam com uma ligeira marca vermelha. Ele olha e baixa a cabeça sem jeito. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Me desculpe. Aquela caixa jamais deve ser aberta entendeu? – Já virava de costas e saia do banheiro, a cama estava sem lençóis e o colchão aparentemente fora limpo também. Senta na beirada passando a mão pelos cabelos desgrenhados. Ela sai do banheiro enrolada na toalha. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Desculpa atrapalhar seu momento de reflexão, mas você precisa de lençóis, eu de roupas e nós de comida. Que tal providenciar a comida? Fazer faxina da fome sabe? – Sorria daquela forma meiga que fizera no dia anterior, ele a olha novamente com o olhar perdido e o olhar desce até seu braço vendo as marcas. Novamente sem jeito se levanta.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Vou comprar comida. E trazer alguma roupa pra você vestir. – Sem dizer mais nada pega o casaco e sai fechando a porta da cozinha. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Ele é sempre assim Bonne? – Acariciava a cabeça do cachorro que solta um pequeno latido deixando a cabeça apoiada no colo da moça. – Devia ter pedido pra ele trazer xampu e um sabonete novo. Mas espero que ele tome vergonha e compre algumas coisas pra essa casa. – Se levanta sendo seguida pelo cachorro enquanto colocava a mesa. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Alguns minutos se passam e algumas horas. Ela já não agüentava mais de fome! Imaginando onde ele estaria vai até a estante pegando um dos livros e se assusta quando lê o titulo. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Shakespeare? Sonhos de Uma Noite de Verão? Agora to com medo dele. – Sentando na poltrona e começa a ler. Já estava na metade quando ele chega com várias sacolas, tinha a face furiosa e uma veia saltava em sua tempora. Ela se levanta para ajuda-lo com as sacolas, mesmo com medo pergunta. – O que aconteceu? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Continua...&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/430524540774346549-195763580710970180?l=contosdamalka.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosdamalka.blogspot.com/feeds/195763580710970180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=430524540774346549&amp;postID=195763580710970180&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default/195763580710970180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default/195763580710970180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosdamalka.blogspot.com/2010/01/o-codice-capitulo-3-novos-dias.html' title='O Codice: Capitulo 3 - Novos Dias'/><author><name>Malka Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06357062629639780500</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-7RAOO2aRIMY/TemPQWUN9BI/AAAAAAAAAaw/FfkY2uK8kIk/s220/101011_155741.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/S0YOjBITsNI/AAAAAAAAAFk/gyU6aWEaJVo/s72-c/Day_of_apocalipse_by_1maliniak1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-430524540774346549.post-1132779204428888121</id><published>2009-12-25T22:24:00.000-03:00</published><updated>2009-12-25T22:24:15.209-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='codice'/><title type='text'>O Codice: Capitulo 2 - A Garota</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/SzVln6dNa0I/AAAAAAAAAEs/eRHACfFg9GQ/s1600-h/rachel_hurd-wood-large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/SzVln6dNa0I/AAAAAAAAAEs/eRHACfFg9GQ/s320/rachel_hurd-wood-large.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 9.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 9.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 9.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;O corpo se mexia inquieto sobre algo macio, o cheiro de mofo ia impregnando as narinas fazendo os sentidos despertarem, lampejos do que havia acontecido até aquele momento começam a bombardear a sua mente, mas foi o bater da porta que despertou completamente. Ergue a cabeça tentando focar a imagem a sua frente e demora um pouco para os olhos se acostumarem a pouca claridade do lugar. Estava em um quarto imundo, empoeirado e mal arrumado. O Cheiro de mofo vinha dos lençóis sobre a cama onde estava deitada. Vê parado ali de frente o homem de feições duras que a desmaiara na noite anterior, ainda sentira a pequena protuberância na lateral de sua cabeça onde levara a coronhada, o olhava mais um pouco se lembrando bem do que ocorrera na noite anterior, olha para a sacola em suas mãos e toma coragem para falar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 9.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;- Quem é... Você? - Foram as primeiras palavras que saíram dos lábios carnudos da jovem moça enquanto ela olha para o corpo nu embaixo dos edredons e logo fita o homem que anda de lá pra cá sendo seguido pelo labrador, ele apenas a olha mas nada responde, desaparece no cômodo ao lado e volta com um tecido na mão que joga em cima da cama. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 9.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 9.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Ela o segura e o ergue, uma camisa.&lt;br /&gt;- Obrigada... - Abre a boca para falar algo, mas um leve ronco de sua barriga faz a face corar e olhar para o homem - hummm faz dias que não como... Você por um acaso... - E antes que termine a frase o homem tira da sacola que trouxera um saco da Mc Donalds e entrega pra ela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 9.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;- Bem... Você por um acaso... Fala?! – Pergunta sem conseguir segurar o tom brincalhão enquanto ainda sentada com as cobertas sobre o colo começa a abrir o pacote vendo o que tinha dentro, puxa uma batatinha a comendo com pequenas mordidas. Ele a olha e ergue as sobrancelhas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 9.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;- É claro que eu falo – A voz soava como um rosnado de uma fera selvagem, mas isso não a intimida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 9.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;- Ótimo temos um progresso senhoras e senhores. Já sei que você fala, não gosta de arrumar a casa, não corta o cabelo a meses e tem um belo cachorro, por um acaso teria um nome também??? – E sorria de uma forma a arrebatar qualquer coração, menos o de Wacklon que a olha pensando bem antes de responder.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 9.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;- Bernard Wacklon – A voz sai novamente como um rosnado e agora evitava olhar para a moça, se preocupava mais em tirar as roupas de baixo espalhadas pelo chão, arrisca um olhar de canto e percebe a forma em que as curvas de seu corpo conseguiam se sobressair mesmo na camisa mais folgada, como ela ficava bela mesmo descuidada. Se da conta do olhar perdido e da aquela escarrada pra disfarçar, vai até o banheiro e volta com o rosto molhado. Ela se detém apenas a olhá-lo em silêncio até que ele volta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 9.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;- Gabrielle Delacroix ao se dispor B. Wacklon. E ainda não agradeci... Por ter me salvado... Obrigada – Deixava a voz ficar cada vez mais calma e agradecida, não sabia o que ele pretendia com ela ali ou o que faria, mas pelo menos estava viva. Ele a olha coçando a barba e demora um pouco para responder, se lembrara do que acontecera na noite anterior, via claramente o corpo dela preso a cadeira e no momento em que se preparava para por um fim nisso como em toda missão que recebia, sem testemunhas, sem reféns, sem herói. Mas dessa vez fora diferente, quando ia puxar o gatilho muda de idéia dando uma coronhada na moça e enquanto pensava no que fazer com ela um movimento na porta dos fundos o chama a atenção, acaba fazendo do invasor que tentara ser herói um punhado de cinzas, olha novamente para o corpo delicado a sua frente e puxa a faca do suporte na bota libertando-a das amarras, a colocando no banco traseiro do carro, a dando banho... A parte mais difícil do dia. Odiava aquele comichão que não parava de percorrer seu corpo, se lembrava ainda de ter feito um afago na cabeça da moça enquanto a cobria, não sabia por que mas ela o trazia uma sensação de calma, mas como isso era possível se só a conhecia em algumas horas?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 9.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;Ela ficava olhando pra ele enquanto comia, tentando entender no que ele pensava agora, mas antes que pensasse que ele fazia planos de como tortura-la e mata-la ele volta a falar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 9.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;- Por nada. – E se afasta novamente em direção ao cômodo ao lado. E assim era Wacklon, falava pouco, duro, frio. Pelo menos na vista dos outros, escondia segredos que ninguém se quer imagina que algo assim tenha acontecido com ele. Retorna com um copo de leite na mão e coloca no criado mudo ao lado da cama. – Ali é a cozinha, o banheiro e a área de serviço e... – Com um movimento rápido ele puxa o celular vibrante do bolso, odiava essas coisas, mas preferia isso ao toque estridente. Ele apenas ouve até desligar guardar o celular novamente. – Esse é o Boone ele cuida da casa enquanto estou fora. Não se aproxime das janelas, não atenda o telefone, não saia de casa, não abra a porta para ninguém. – O cachorro repousava a cabeça na beira da cama enquanto ela terminava de engolir a massa de hambúrguer e fritas em sua boca.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 9.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;- Por um acaso sou sua prisioneira?! – Falava num tom sério mas não bruto.&lt;br /&gt;- Não, mas aqueles homens têm aliados e seja lá o que você tenha feito ou tenha roubado deles, eles vão vim pegar de volta. Você sabe o que eles eram não é?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 9.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;- Sei... Sim embora seja difícil de acreditar... Eles realmente existem? – Havia parado de comer aproveitando que o ser tão gélido resolvera abrir a boca.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="mso-line-height-alt: 9.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;- Existem e deixo bem claro que só te trouxe aqui por que não te contaminaram. Já disse as regras acho bom obedecer ou... – E da de ombros se virando e saindo pela porta sem dar chance a ela de resposta, o som da chave girando na fechadura é ouvido e ela se vê ali sozinha tentando entender que segredos um homem como ele guardava e o que fazia ali naquele lugar. Olha em volta vendo a bagunça e se põe de pé... Precisava fazer algo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continua...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/430524540774346549-1132779204428888121?l=contosdamalka.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosdamalka.blogspot.com/feeds/1132779204428888121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=430524540774346549&amp;postID=1132779204428888121&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default/1132779204428888121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default/1132779204428888121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosdamalka.blogspot.com/2009/12/o-codice-capitulo-2-garota.html' title='O Codice: Capitulo 2 - A Garota'/><author><name>Malka Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06357062629639780500</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-7RAOO2aRIMY/TemPQWUN9BI/AAAAAAAAAaw/FfkY2uK8kIk/s220/101011_155741.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/SzVln6dNa0I/AAAAAAAAAEs/eRHACfFg9GQ/s72-c/rachel_hurd-wood-large.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-430524540774346549.post-8325020410692442980</id><published>2009-12-25T22:16:00.000-03:00</published><updated>2009-12-25T22:16:11.370-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto único'/><title type='text'>Renegada - Capitulo Único</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;( Contém carnificina, crueldade e tortura. Foi meu primeiro conto, a uns 6 anos atrás quando comecei a jogar rpg. Mya Valladare era minha personagem, fiz esse conto demonstrando sua visita ao sanatório. Divirtam-se.)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Fazia alguns anos que a Malkavian Mya tinha sito expulsa de seu clã talvez nem a própria soubesse dos motivos que levaram a isso. Apenas tinha vivido como queria, mais talvez agora livre poderia viver bem mais afinal. Mais uma vez a sua semivida através da noite a levou a lugar familiar, um hospício onde sabia ser o QG por assim dizer dos Malkavians da cidade. Ela usava das sombras da noite para se ocultar mantendo seu rosto na penumbra debaixo do capuz do seu, sobretudo. O vento batia em seu rosto levando seus longos cabelos junto a ele. Estaciona sua moto a no portão e rapidamente chega à porta do local, sabia que tinha sido fácil demais, mas não temia o que lhe esperava a frente. Abre a porta sem ao menos receber convite para entrar. Conhecia o caminho de cor, quantas vezes não andara por aqueles corredores? A primeira impressão que se tinha ao entrar era de uma casa de repouso, tudo imaculadamente limpo, apenas algumas enfermeiras transitavam com os pacientes por ali. Os poucos doentes que estavam no local eram bem cuidados e estavam vestindo uma roupa branca bem limpa. Mais Mya sabia que tudo isso era apenas uma fachada, sabia de tudo que acontecia ali dentro por debaixo dos panos. Ela vai se aprofundando cada vez mais nos lugar tinha a certeza de que cada passo seu era seguido de perto. Entra à direita, esquerda, direita, direita e entra pro um longo corredor seguido de uma imensa escada, sorri sentindo um cheiro peculiar que entrava por suas narinas lhe trazendo doces lembranças. Talvez doces de mais. Uma porta de ferro ladeada por um portal de pedra rústica está a sua frente, ela leva a mão até a maçaneta e novamente sem convite vai entrando.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Era um lugar que mais parecia uma masmorra o cheiro de sangue e morte predominava em cada pequeno pedregulho que havia ali dentro, a dor era salva em cada corrente e em cada corpo que ali estava pendurado pelos pulsos ou tornozelos. Nenhum grito era ouvindo mais alguns sussurros chamam a atenção de Mya que vai andando na direção da fonte deles, era uma mulher de uns 22 anos aparentes estava usando um vestido branco como os dos pacientes do lugar mais o seu estava extremamente sujo com manchas de sangue em toda a parte. Ela parecia não ter notado a presença de Mya ali tamanha era sua distração com um homem estirado em uma maca de ferro completamente preso por largas faixas de couro e com a boca silenciada com fita adesiva. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Não adianta gritar, não vai doer, só quero brincar e não me olhe assim -Sua voz era de uma criança falando com uma pura e inocente boneca de porcelana. Tinha um bisturi em uma das mãos e uma tesoura enferrujada na outra. O homem olhava pra moça com um medo que deliciava e enchia os olhos de Mya. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Hum, com licença -Mya fala já atrás da tal moça e seu brinquedo- Ela está? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Está lá... Pode entrar -A garota fitava Mya como se a tivesse tirado sua boneca- Ande vá, ela estava esperando você. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;-Obrigada - Com muito sacrifício Mya tira os olhos do homem que lhe suplicava ajuda com os olhos e segue até a porta de madeira que estava no final do aposento. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Ela vai olhando para os outros corpos que ali estavam dispostos como carne em um açougue esperando para o abate, todos aparentemente dormindo alguns talvez sem saber do que os esperava. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;-Entre - Lhe responde uma voz etérea. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;-Com licença, preciso falar com você - Mya já estava dentro do aposento e olhava pra uma figura usando um longo manto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;O escritório era tudo o que se menos esperava. Completamente limpo com decorações rústicas em pura madeira de lei. Poltronas altas e confortáveis estavam dispostas a frente de uma mesa bem arrumada com algumas pastas e canetas em cima. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Bem sente-se e fique a vontade. - Se dirige a poltrona atrás da mesa e senta-se. Seu rosto ainda oculto assim como o de Mya. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Estou procurando informações sobre um tal homem e espero que possa me ajudar - Mya se senta parecendo menos a vontade do que antes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Pensa que não sei quem és? Mya Valladare você não é mais bem vinda aqui! - Seu tom era irônico quase divertido - E sinto lhe informar mais não tenho as informações que precisa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Uma batida na porta interrompe a resposta que Mya ia dar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Entre - A tal moça ordena e a garota que estava "brincado" lá fora entra trazendo um dedo nas mãos a tesoura pingando sangue na outra. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Desculpa atrapalhar titia mais chegou outra pessoa! Posso brincar com e... - Sua fala é interrompida pela mulher que já estava de pé. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Olhe o que está fazendo! Está sujando tudo! - Berrava furiosa - Sim pode brincar sim agora saia daqui! - Da uma tapa na cara da mulher que parecia uma criança encolhida de medo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Sim... Sim... Senhora - Baixa a cabeça e sai de lá quase que correndo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Essas crianças de hoje em dia! - Senta-se novamente a sua poltrona. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Bem então se não tem as informações irei embora. - Fica de pé e arruma o sobretudo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- O que foi Mya não quer ficar mais um pouco e relembrar os velhos tempos? Por mim está tudo bem. Vá em frente. Peça a Karol uma pessoa e... Divirta-se. - fala novamente no tom irônico e divertido. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Hum sinto falta dos velhos tempos mais não obrigada. -Sai andando em direção a porta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Espere - a tal mulher estava de pé e já bem próximo a Mya que a pouco a tinha visto sentada. - Depois de tudo que você fez você nega diversão? - Seu tom parecia ofendido e irritado - Como ousa Valladare! - com um único gesto abre o manto. Era um visão infernal seu corpo parecia ser virado do avesso. Seus órgãos estavam expostos deixando a secreção escorrendo e agora pingando pelo chão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Mya fica em silencio parecia que esse fato lhe fugira da mente, apenas olhava para o corpo da mulher sem palavras. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Oh! Peço que me desculpe! - A mulher fala cobrindo o seu corpo com o manto parecendo sem jeito - Isso está cada vez mais freqüente! Bem, me desculpe pode ir então. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Boa noite. - Mya vai saindo sem falar mais nada fechando a porta ao sair. O cheiro de vitae e medo voltam a adentrar suas narinas, não resistira mais, tinha tempo por que não se divertir um pouco? Retira o capuz revelando sua face extremamente branca e seus lábios vermelhos. Seus olhos negros percorriam o lugar procurando por Karol. - Karol! - Grita acordando alguns dos corpos pendurados ali perto que olham assustados pra Mya temendo pelos seus destinos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Estou aqui! Não grite! - Karol vem correndo trazendo a cabeça do homem nos braços como se acalentava um bebê. - O que você quer? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Quero... Me divertir. - Um brilho intenso vicioso é visto nos olhos negros como a noite de Mya e um sorriso adorna seus carnudos lábios vermelhos como o sangue que tanto presa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Se divertir... Sim venha! Siga-me! - pega Mya pela mão que larga o, sobretudo a um canto e finalmente param a frente do corpo de uma mulher loira completamente nu. Karol já havia tomado as providencias para que ela ficasse em silencio e parecia profundamente adormecida. - É toda sua! Acabou de chegar! - Falava quase saltitando de tão feliz - Ali você encontra tudo que quiser brincar - Aponta pra uma mesa cheia de utensílios como bisturis, tesouras e mais alguns outros. - Vou brincar também! - Vai saindo de lá cantarolando. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Obrigada - Mya se curva olhando o corpo da mulher. Pega um algodão e umedece com um liquido de cheio forte e passa embaixo do nariz da mulher que acorda rapidamente com os olhos arregalados voltados pra Mya. - Calma, está tudo bem. Vai ficar tudo bem agora. - A mulher se debatia inutilmente mais também estava presa por grossas tiras de couro afiveladas fortemente. Mya vai até a bancada de acessórios e pega um bisturi. - Hummmm - Sorri maliciosamente - Sabe há muito tempo que não me divirto espero que você se sinta feliz vai me trazer de volta as minhas raízes. - Aproxima o bisturi lentamente de um dos olhos da loira que mal piscava tamanho é o seu medo. - Hum por onde começar? Talvez devesse cortar seus olhos? Arranca-los? Cortar suas orelhas, seus dedos? Possibilidades infindáveis! Então vamos começar. - Passa de leve o bisturi pela pálpebra da mulher e admira o sangue saindo pelo corte acabando de aberto. A mulher tentava gritar mais apenas um som abafado saia. Um sorriso passava pelos lábios de Mya enquanto continuava cortando a pálpebra dela totalmente até arrancá-la por completo e passa a língua pelo pedaço fino de pele. - Hum delicioso! - faz o mesmo com a oura pálpebra até que a mulher não tinha escolhas se não ficar de olhos abertos. - O que fazer agora? Difícil! - vai até a bancada escolhendo o próximo acessório deixando o bisturi ensangüentado lá. Pega um alicate dentado e mostra a mulher. - Bonito não é? Vamos ver o do que é capaz! - Pega uma das mãos da mulher que tentava fechar os dedos rapidamente mais Mya é mais forte e consegue segurar sem esforços o dedão da mulher. - Esse porquinho foi à capela Tremere - Corta a ponta do dedo e pega o indicador - Esse foi ao refugio dos Gangreis - corta mais um pedaço que cai na maca deixando o sangue escorrer quando pega o médio - Esse foi até a pirâmide dos Setitas - Corta um pedaço maior deixando ele da mesma altura do indicador, pega o anelar - Esse aqui foi ao cemitério - pega o dedo mínimo - E esse foi para minha casa! Tolinho! - corta um pedaço bem menor - Ah! Veja que tola eu sou deixei todos de tamanhos diferentes, não pode ficar assim tem que ficar todos iguaizinhos! - Vai cortando mais pedaços dos dedos até os dedos acabam. - Hum que pena acho que vou ter que tentar na outra mão! - Contorna a maca e olha pra o rosto da mulher de onde lagrimas de profunda dos escorriam - Não chore não está sendo tão mal assim está? - Começa a cortar as falanges dos dedos e por fim eles ficam do mesmo tamanho - Viu! - Pega a mão ensangüentada e levanta esquecendo que o braço estava preso e quebra o braço da mulher deixando a ponta de seu osso exposto - Ops! Sem querer - Sorria como uma criança que acabara de quebrar um copo. - Mais olhe - Inclinando mais o braço fazendo com que o osso saísse mais pela carne - Viu todos do mesmo tamanho! - Larga o braço sobre a maca e da à volta novamente olhando a outra mão sem dedos - Droga, eles tem que ser iguais não é verdade? - contorna a maca saltitando e começa a cortar o resto dos dedos cantarolando feliz. Depois que os corta para e admira seu trabalho. - Bem melhora. Agora o que vou fazer? - Olhava atentamente pra o corpo da mulher - Olhe só isso! - Pegando no cabelo da mulher que de loiros ficaram vermelhos de sangue - Está horrível! Vamos dar um trato nele? - Volta à bancada de objetos e deixa o alicate e pega o bisturi novamente - Sempre quis ser cabeleireira! - Começa a traçar uma fina linha na testa da loira deixando que um filete escorra pela tempora dela até chegar à orelha, ela segura a orelha com uma mão e com a outra corta cuidadosamente, olha pra face da mulher os olhos não se mechiam mais. - Ah você não pode dormir boba! - Pegando o algodão ensopado com o liquido de cheiro forte e passando debaixo do nariz da loira cujo os olhos voltam a se movimentar novamente e os gritos abafados retomam - Assim está bem melhor - Volta ao seu trabalho de cabeleireira e vai cortando o outro lado tirando também a orelha - Acho que vai ficar bom! - deixa o bisturi na bancada e fica na cabeceira da maca olhando pra o corte na testa da mulher próximo a raiz dos cabelos e simplesmente enfia os dedos pelo corte os deixando debaixo da pele e vão puxando fazendo mais e mais gritos ficarem abafado pela boca coberta da loira. Lentamente ela vai puxando e com o auxilio do bisturi arranca todo o couro cabeludo dela. - Viu! Agora seu cabelo - Mostra o cabelo à mulher - Vai ser lavado ta? - joga a um canto e ainda com o bisturi na mão - Agora vou brincar de médica e afirmo que - passa a mão pela barriga da mulher sentindo a sua respiração fraca e arfante - Você está com um problema de calculo nos rins! - Vai cortando a barriga da mulher do pescoço até abaixo do umbigo, corta horizontalmente bem no meio fazendo uma cruz e novamente enfia os dedos ágeis pela fissura e vai abrindo deixando as viceras expostas e começa a mexer - Hum onde esta seu rim? - Mexendo em tudo com as mãos - Achei! - Puxa o rim da mulher - Hum seu problema não é nos rins! Pode ser no estomago! - E é no estomago que meche agora - Nhá enjoei de brincar de médico - largando tudo como quis e vai novamente pra perto do rosto da mulher - Vou tirar isso prometa não gritar! - A mulher parecia que já não agüentaria mais e da um aceno fraco com a cabeça. Mya convencida puxa a fita da boca dela e enfia a mão ensangüentada para tirar o pedaço de tecido que estava dentro - Viu agora - a Mulher solta um grito fraco, Mya enfia a mão na boca da mulher e puxa sua língua para fora e sem delongas a corta e coloca na boca como se fosse a língua dela - Olha! To dando língua pra você! - Bota a língua da mulher na boca e fica olhando pra loira risonha - Hehe - joga a língua fora - Hummm você é durona! Mais o que vou fazer agora? - Rodando o bisturi entre os dedos - Já sei! - Aproxima o bisturi dos olhos da mulher e rapidamente os arranca. Com um ultimo gemido abafado a loira morre, Mya olha para o coração entre as costelas vivíveis e o vê parando lentamente - Ah cabo a brincadeira! - larga o bisturi e enfia a mão arrancando o coração da mulher e começa a sugar o sangue que ali estava - Hummm delicia! - Sorria feliz vendo a desfiguração que fizera mais como se não fosse suficiente ela logo acaba de tomar o sangue e pega o bisturi mesmo com a mulher morta começa a rabiscar as pernas do corpo fazendo desenhos infantis parecia muito feliz consigo mesma, corta os dedos do pé animada e volta ao rosto cortando fora as bochecha, lábios e todos os outros músculos do rosto. Continua com os cortes pelo corpo até que por fim, ela se afasta admirando sua obra de arte a começa a dar golpes e mais golpes violentos por todo o corpo já aberto e dilacerado. - Eu só queria brincar! Só queria brincar! - Gritava violenta até que Karol chega e a segura a levando pra longe do corpo se debatendo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Chega! Você brincou já chega agora! - Segurando Mya fortemente que lentamente vai parando de se debater. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;- Eu, eu estou bem. - Se solta de Karol. - Foi uma noite agradável agora se me der licença preciso ir. - Retrocede um pouco pegando seu, sobretudo e o joga sobre os ombros e sem falar mais nada vai saindo do lugar deixando as gotas de sangue escorrer pelo seu corpo caindo junto às pegadas que deixava pra trás até sair do local. Monta na sua moto e vai cantando pneu até deixar para trás, mas uma noite de pura diversão de uma Filha de Malkav.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/430524540774346549-8325020410692442980?l=contosdamalka.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosdamalka.blogspot.com/feeds/8325020410692442980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=430524540774346549&amp;postID=8325020410692442980&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default/8325020410692442980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default/8325020410692442980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosdamalka.blogspot.com/2009/12/renegada-capitulo-unico.html' title='Renegada - Capitulo Único'/><author><name>Malka Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06357062629639780500</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-7RAOO2aRIMY/TemPQWUN9BI/AAAAAAAAAaw/FfkY2uK8kIk/s220/101011_155741.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-430524540774346549.post-5371932782435996250</id><published>2009-11-03T12:03:00.002-03:00</published><updated>2009-12-25T22:53:23.553-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='codice'/><title type='text'>O Codice: Capitulo 1 - O Homem</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/SvBFgFSoV_I/AAAAAAAAACQ/gIBYlGG7XUo/s1600-h/hugh_jackman.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/SvBFgFSoV_I/AAAAAAAAACQ/gIBYlGG7XUo/s320/hugh_jackman.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E o galo cantava. Mas que diabos de galo era esse que cantava às 2 horas da madrugada? Levanta-se com sacrifício, o corpo pedia pra continuar na cama assim como a cabeça ainda pendia para os lados, o bocejo involuntário faz a boca se escancarar e o mau hálito matinal embaçar o espelho em cima da pia, matinal? Ainda eram 2 horas da manhã! Não gosta muito da imagem refletida, um homem na casa dos 25 com a barba por fazer, os cabelos castanhos já roçando os ombros estava sem brilho e com pequenos toques de grisalho adiantado. Ergue os braços sentindo o odor que sai debaixo de suas axilas, precisava urgente de um banho. Se afasta mirando o próprio corpo, agora sim gostava da imagem. Músculos ligeiramente definidos ainda mais com a força que fazia para contraí-los.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-Isso aí garotão – Fala enquanto mudava de posição checando os tríceps, bíceps e afins. Se vira encarando o boxe do banheiro imundo, também precisava limpar a casa mas, para que? Empurra a porta e liga a ducha, nem precisara tirar a roupa. Dormia pelado. Gostava da liberdade de morar sozinho, roupas sujas, comida espalhada, garrafas vazias, teias de aranha e uma camada grossa de poeira cobria os moveis do quarto. O sabonete ressecado era esfregado contra o corpo rapidamente, estava atrasado. Por que o maldito galo não cantou uma hora antes? Sai do banheiro molhando tudo por onde passa, pelo menos dava uma limpadinha no chão. Esfregava a toalha na cabeça e a deixava pendurada ali enquanto vestia a calça de couro e uma regata branca.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-Hora do trabalho... Bonne?! -Grita pelo labrador que sai debaixo da cama balançando a cauda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-Tem comida pra você na cozinha, cuide da casa. Eu volto assim que acabar garotão. – E dizendo isso faz um pequeno afago nos pelos do cão, que também precisava urgente de um banho e de um bom anti-pugas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abrindo a porta da cozinha que ligava a casa a garagem e com movimentos rápidos ia abrindo o porta malas do Dodge Charllenger vermelho, levantando o step e olha pra o mostrador digital, qual era mesmo a senha? Olha pra placa do carro e digita o que via, a lâmpada verde acende e abre o fundo falso. Era um verdadeiro arsenal, glocks, facas, adagas, algemas, dinamite, granadas e uma 38. O orgulho do papai, e é para esta que leva a mão e a coloca no coldre que já estava fixando ao corpo e do outro lado uma glock 9mm. O Sobretudo pendurado no banco traseiro era jogado sobre os ombros, as mãos desciam pelo corpo entrando no bolso da calça e puxam o celular, digita um número que sabia de cor. É atendido rápidamente. Aproveitava para calçar um all star vermelho acinzentado de tão velho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Esquina da 48 com a Lexton, 4º andar. Anotado. – E já desligava o telefone apertando o botão que abria a garagem. Saindo dirigindo como qualquer cidadão americano educado, sem cantar pneu, indo a 40km/h, passando pelo primeiro radar entra na esquina mais próxima. Caminha até a traseira do carro com uma chave de fenda na mão, retira a placa e a vira a parafusando novamente, faz o mesmo com a placa da frente e agora sim. Esse era o Wacklon, deixa um longo rastro do pneu no chão e segue pra o endereço. Chegara mais rápido que o previsto. Era um prédio desgastado com o reboco já caindo, lugar perfeito para tal ponto de encontro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-E lá vamos nós... Isso tá ficando monótono de mais... – Descendo do carro fecha a porta com um “coice” deixando uma marca ligeiramente limpa na pintura. Subia as escadas abrindo e fechando a boca como se murmurasse alguma música, a face entediada começa a subir dois degraus de cada vez. Bastou chegar no andar pra começar a ouvir os gritos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Ah merda já começaram... – Puxa glock do coldre a destravando. Ouvia o chão ranger sob os seus pés, mas esperava que eles não ouvissem. Com tantos gritos seria impossível. O plano de sempre, arromba, grita, entra, mata, sai. Novamente sem testemunhas, sem reféns, sem herói. Todos tinham que morrer. O pé abre a porta e os dedos trabalham rápido junto com os olhos. Um, dois, três, corpinhos, quatro, cinco, seis corpinhos tombam ao chão. Aproxima-se dos corpos e só pra se certificar, puxa o 38 e da um tiro na testa... Em segundos os corpos viram cinza.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Humph... fracotes... Com bala de prata? Nem precisei cortar a cabeça fora. Saco... - Se aproxima do corpo feminino nu que estava preso à cadeira tombada e se abaixa a olhando. Os cabelos vermelhos colados à face pelo sangue que se destacava na brancura da pele, os lábios carnudos entreabertos como num ultimo grito de dor, os seios fartos colocavam dúvidas em sua cabeça quanto a idade da garota, continua correndo os olhos pelo seu corpo torneado que apesar de toda a sujeira e os leves cortes conservavam tamanha beleza. Nos pulsos pequenas letras lhe chamam a atenção por um segundo, mas logo um comichão passeava pelo seu corpo levando uma sensação boa. Se pega por um momento pensando em deixá-la ali, viva. Mas não podia, ela provavelmente fora corrompida. Erguia a glock a aproximando do cenho da bela face, a mão tremia, o corpo travava uma batalha contra a mente e quando percebe, brilhantes orbes azuis miravam seu rosto como numa súplica para continuarem brilhando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Por favor... Não... Por favor me deixe ir não me machuque mais... Por favor... – E a voz tão doce paralisa aquela mente que conhecia tão bem o mal. Mas não podia parar não agora. Um movimento, um estampido. Estava tudo acabado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Continua...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: auto;"&gt;~ Proibida Cópia total ou parcial sem meu prévio consentimento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/430524540774346549-5371932782435996250?l=contosdamalka.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosdamalka.blogspot.com/feeds/5371932782435996250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=430524540774346549&amp;postID=5371932782435996250&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default/5371932782435996250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default/5371932782435996250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosdamalka.blogspot.com/2009/11/o-codice-capitulo-1-o-homem.html' title='O Codice: Capitulo 1 - O Homem'/><author><name>Malka Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06357062629639780500</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-7RAOO2aRIMY/TemPQWUN9BI/AAAAAAAAAaw/FfkY2uK8kIk/s220/101011_155741.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_1dzZZK04plE/SvBFgFSoV_I/AAAAAAAAACQ/gIBYlGG7XUo/s72-c/hugh_jackman.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-430524540774346549.post-7422897163868993124</id><published>2009-11-01T17:45:00.006-03:00</published><updated>2009-11-03T12:06:18.800-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='marcada'/><title type='text'>Marcada - Capitulo 1</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://justiceleagueunlimited.files.wordpress.com/2009/04/natalie-portman-4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://justiceleagueunlimited.files.wordpress.com/2009/04/natalie-portman-4.jpg" width="212" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Aconteceu... Naquele dia. Nada parecia diferente, nada estava fora do lugar. O sol nasceu preguiçoso, tímido, escondendo-se atrás das nuvens. Mas foi a claridade por entre a janela que me despertou. Deixei meus pais em Washington aos 19 anos e agora moro sozinha num apartamento minúsculo no sul de Nova York, sempre bem arrumado, cada coisa em seu devido lugar. Tenho 22 anos, me chamo Manuela e sou garçonete no The Lights, uma boate cheia de hormônios a flor da pele liberados por álcool e drogas. Minha única companhia é a Sundace, ou Sandie como a chamo. Uma gata vira latas que apareceu um dia em minha porta e acabou ficando. É claro que tentei ser uma pessoa normal, namorados, amigos, saídas a noite... Mas com o tempo e todas as desilusões, tudo isso ficou no passado. Tenho apenas 22 anos e sinto-me velha, onde os acontecimentos de 5 meses atrás são um passado remoto. Era 4 de Julho, feriado! Vamos comemorar a independência dos Estados Unidos da América. Vesti meu roupão, calcei os chinelos e comecei a minha rotina de cada dia, pegar as correspondências. Esse devia ser com certeza o pior dia para os carteiros, eu que mal recebo cartas sempre me surpreendo com a quantidade de propaganda do tipo “Feliz 4 de Julho, seja independente como seu país, empréstimo liberado em até 24h”, que atolavam minha caixa de correio. Enquanto a chaleira reclamava no fogão, informando que a água do meu café com canela de todas as manhãs já estava no ponto eu ia separando as cartas em 3 montes, “vale a pena ler”, “contas” e “lixo”. Estranho como 90% acabava indo para o lixo. Mas aquele último envelope me deixou curiosa. Era pardo, em tamanho comum, pequeno, simples. Tinha o meu endereço impresso em adesivo branco, colado de forma minuciosa, devido ao fato de estar reto e centralizado no envelope. Olhei o verso, o remetente não passava de siglas e números incompreensíveis. Ele parecia vazio. O coloquei na pilha de “lixo”, devia ser apenas mais uma propaganda inútil. Em apenas mais um minuto, as torradas estavam prontas, o café servido e eu comia enquanto ouvia a rádio local.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;- E agora mais uma no super flash back da manhã! Linger, The Cranberries.. As 7:47h da manhã ensolarada de seu sábado, só para você querido ouvinte!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Um sorriso nos lábios era oculto pela caneca em meus lábios, o ultimo gole era dado e me colocava a frente da pia lavando os pratos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;- But I'm in so deep. You know I'm such a fool for you...&lt;/i&gt; – Cantava o refrão que sabia de cor, lembranças da infância passando por minha cabeça enquanto recordava o primeiro beijo roubado em uma festa quando tinha 13 anos. – &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Do you have to, do you have to let it linger...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;A música chegava ao fim e minha rotina continuava. Agora restava, limpar a casa, apanhar o lixo, tomar banho, ir a lavanderia levar a roupa da semana, ir à mercearia comprar algo pro almoço, cozinhar, recolher novamente o lixo, preparar o jantar, tomar um longo banho, comer e ir trabalhar. Trabalhar num local que funciona apenas a noite tem suas vantagens, lhe deixava com todo o dia livre, no meu caso também era uma desvantagem. Me deixava com muito tempo livre. As cartas continuavam no balcão. Resolvi conferir a pilha de “contas”, e lá estavam elas, impecáveis com suas datas de vencimento e valores exorbitantes destacados. Não tinha problema com dinheiro, ganhava bem na boate, boas gorjetas e tinha uma quantidade considerável em minha poupança. As organizei por suas datas de vencimento, as pagaria na segunda de manhã. Ia conferindo as que valiam a pena ler... Renovar minha assinatura na revista, claro, minhas revistas me mantinham ocupada quando não tinha nada pra fazer. Cupom de desconto em um novo restaurante, desconto na lavanderia. Ótimo, lavaria roupas mais barato devido ao cartão fidelidade Super Wash. Por desencargo de consciência comecei a rever a pilha de lixo, jogando-as em seu devido lugar. Propaganda, lixo, propaganda, lixo, propaganda, lixo, propaganda, lixo e a carta. A curiosidade chegava a correr entre minhas veias, fazendo meu sangue formigar até a ponta dos dedos. Talvez seja por isso que de forma ágil rasguei a borda do envelope e puxei o único papel que havia dentro. Um pedaço de papel branco com uma escrita fina e apesar de caprichada, era firme. Ler o que havia escrito acabou adicionando um choque em meu rosto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“Cansada de sua rotina Manu? Talvez devesse aproveitar mais o tempo que possui ao invés de se lamentar pelo tempo que passou”. - H. H.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Apenas isso. H? De que? Henrique? Heitor? Helio? Hugo? Harry? Quem escreveria isso? Não conhecia ninguém que o nome começasse com H... Só o Harry, barman da boate. Mas ele não faria isso, mal nos&amp;nbsp;falávamos, ele não gostava de mim, eu não gostava dele. Só podia ser uma piada de mau gosto, alguma brincadeira de um de seus vizinhos, alguém da boate. Provavelmente eles esperam que eu chegue lá comentando que recebi uma carta esquisita, que estava apavorada e começariam a rir da minha cara. Há Há. Foi muito engraçado. Enfiei o pedaço de papel no envelope e o coloquei junto às contas. Balancei a cabeça tentando espantar qualquer idéia maluca e voltei a minha rotina. Limpei todo o apartamento, troque os lençóis de cama, toalha da mesa e fui tomar o meu banho. A música tocando suave na cozinha... Era impossível não cantar enquanto tomava banho...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;- And it's such a miracle that you and me are still good friends, after all that we've been through... I know we're cool... I know we're cool... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;A carta foi esquecida enquanto eu ia até a lavanderia em meu carro, um dodge challender 1969... Um achado no ferro velho. Claro que não estava nas melhores condições, mas eu simplesmente não queria me dar ao trabalho de concertá-lo. Ele funcionava, estava de bom tamanho. Cumprimentei a Senhora Wong como de costume, deixei minhas roupas e inaugurei meu cartão fidelidade Super Wash a cada 50kg de roupa, ganhe 10kg grátis. Iria demorar até eu alcançar os 50kg. Deixei meu pensamento vagar enquanto a Sra. Wong registrava minhas roupas, fui tirada de meu torpor não pela sineta informando a chegada de novos clientes e sim pela frase que a loira siliconada dizia a sua amiga ruiva falsificada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;- Foi estranho, nenhum remetente! Só o papel dizendo “Viva o presente, esqueça o passado, mude seu jeito de ser e seja feliz!” E ainda tinha o meu nome... Dirigida a mim! &lt;/i&gt;– A loira dizia com um tom ligeiramente desconfiado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;- Eu também recebi... E mais duas vizinhas... O que você acha que é?&lt;/i&gt;- Sorria presunçosa por poder dizer a sua querida amiga que não foi à única a receber a correspondência estranha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;- Sei lá deve ser alguma promoção maluca. – &lt;/i&gt;Encerrava o assunto, se a amiga recebeu não deve ser nada exclusivo como havia pensado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Fiquei olhando as duas intrigada, mas logo minha curiosidade sobre a carta foi embora. Se tanta gente havia recebido, o que tinha de estranho nisso?! Dei de ombros pegando o recibo, e continuei minha rotina. Comprei um frango para o almoço, o deixei assar no forno enquanto passava roupa. Almocei lentamente, lavei os pratos, recolhi o lixo, fiz o jantar, comi, tomei meu longo banho e me troquei pra ir trabalhar. A carta já tinha sido definitivamente esquecida era apenas uma propaganda de algo sem sentido afinal. Cheguei na boate com uma boa dianteira, como todos os dias e fui ajudar o Steve a arrumar as mesas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;- Hey garanhão... Quais os planos pra essa noite? Absinto e sexo selvagem?&lt;/i&gt; – Perguntei no tom brincalhão de sempre, erguendo a perna sobre uma cadeira como um convite a ele.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;- Credo Manu sabe que da fruta que você gosta eu como até o caroço! Desista de me converter pro lado másculo okay? O Junior não vai ficar nada satisfeito se eu o abandonar!&lt;/i&gt; – Passou por mim dando um tapa em minha bunda, previamente empinada. Caímos na gargalhada. Era um bom amigo, confidente, gay de mais da conta que me ouvia e dava conselhos sempre que necessário. Faltava uma hora pra boate abrir e a fila do lado de fora já era grande. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Fui me trocar, aquele decididamente era um uniforme que assustaria minha mãe, micro short de couro, corsete e meia arrastão, cabelos presos em um firme coque a nuca, no rosto uma mascara prateada. Ao colocar a máscara eu era Nicky, a garota forte, decidida, intocada pelos rapazes da boate. A não ser que eles queiram ser jogados pela porta por trogloditas que Lucy, a dona insiste chamar de seguranças. A sirene tocando no salão, era o sinal pro DJ começar a tocar e os clientes vips entrarem antes da plebe. Meu trabalho era simples, levar bebida nas mesas dos mauricinhos metidos na área vip, sorrir sempre, evitar contato físico mas deixar transparecer que se me derem uma boa gorjeta poderão ter algo mais de mim, coisa que claro, não acontece. Mas ainda assim lhes dou esperança que se voltarem, poderei ceder a seus caprichos. E assim a clientela era mantida por mim e pelas outras garotas. Entrei no salão com um sorriso adornado pelo batom vermelho, peguei a bandeja no balcão e comecei a recolher os pedidos, passava por entre as mesas, entregava os pedidos, ganhava gorjetas e cartões com telefone. Em pouco tempo o lugar estava cheio, a música bate-estaca sempre com sua mesma batida, podia sentir meu coração acompanhando o ritmo – tum tum, tum tum tum – É difícil enxergar a minha volta com a nevoa branca causada pelo gelo seco, as luzes bruxuleantes tornam o ambiente atrativo, ainda mais pelos corpos que contorciam-se na pista de dança. Foi então que senti, uma pontada em minha nuca, aquelas em que você sente que alguém te observa, girei de um lado para o outro tentando encontrar a fonte do olhar, mas quando parecia ter encontrado, desaparecia. A sensação mudava de direção, andava me desviando dos corpos suados, ouvindo murmúrios de desagrado quando pisava no pé de alguém ou separava um casal se esfregando além do que é permitido pelos bons costumes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;- Cadê você? Onde está?&lt;/i&gt; – Era uma força maior, algo que me impulsionava em sua direção. Foi então que eu o vi. Parado distraído atrás de uma pilastra, mal consegui distinguir suas formas com o próximo jato da fumaça de gelo seco, e quando se dissipou ele havia sumido e a sensação foi embora junto com ele. Devia está ficando maluca, olhava em volta esperando vê-lo do meu lado, foi então que o grito da Lucy me mandando voltar ao trabalho acabou me levando a área vip e aos gracejos dos mauricinhos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;A noite chegava ao fim, meu expediente também. Como de costume ajudei o Steve a arrumar o salão, jogamos os objetos perdidos entre as danças de acasalamento dentro de uma caixa, e nos sentamos exaustos. Tirei a máscara a jogando sobre a mesa e puxei todos os papeis da bolsinha lateral que carregávamos, separando o que era dinheiro e os diversos cartões com telefones e cantadas baratas. Era um momento divertido, Steve sempre pegava as cantadas para ficarmos juntos rindo da cara dos imbecis. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;- Quero conhecer a mulher por trás do couro - Carlos. Uaaaau Manu! Essa foi profunda!!!! Não, não espera! Essa é melhor... Sua máscara ficaria linda jogada no chão do meu quarto, me liga - JR. Sabe garota você devia ligar pra algum deles... Sair, se divertir... você merece uma folga de vez em quando!&lt;/i&gt; – Steve se divertia jogando os papeis lidos em um canto e abrindo outros, a conversa acabava indo parar sempre neste mesmo ponto, eu dava sempre a mesma resposta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;- Steve esses caras só querem uma noite, depois me largam e não ligam no dia seguinte. Eu quero namorar, quero um romance sabe? Nem precisa ser pra sempre... Só ser feliz.&lt;/i&gt; – Falava a ultima frase com um certo aperto no coração, por que tudo sempre começava feliz e terminava triste. Era inevitável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Ah, não! Olha só essa!&lt;/i&gt; – Steve falava abismado enquanto pegava um dos papeis e lia com sua voz aguda de tanta excitação. – &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Cara Manuela, cansada de sua rotina?&lt;/i&gt; &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Talvez devesse aproveitar mais o tempo que possui, viver mais a sua vida, ela é finita, deveria aproveitá-la melhor. – H” &lt;/i&gt;. &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Ele falou bonito! Esse merecia você telefonar! Nem foi uma cantada Manu! E ainda... Opa, não tem telefone...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Eu não ouvia mais o que ele falava, arrancava o papel de suas mãos e reconhecia a caligrafia. A mesma da carta, não restava duvidas, e o H... Era a mesma pessoa. E estava ali! Perto de mim! Entregou o papel na minha mão! Levantei apressada, peguei o dinheiro da gorjeta, não me dei o trabalho de trocar de roupa. Vesti o casaco e saí correndo pros fundos da loja deixando um Steve atordoado na mesa. Dirigi mantendo o limite de velocidade quando minha vontade era de voar pra casa. Travei uma batalha com a chave que teimava em escapar do buraco da fechadura, finalmente a porta cedeu e fui correndo pegar a carta, coloquei um do lado do outro, de fato era a mesma pessoa... Por que? Será que as outras pessoas que haviam recebido a carta também receberam um segundo bilhete? Não me dei o trabalho de trocar de roupa ou tirar a maquiagem. Não sei como cheguei até a cama, não me lembro de ter dormido ou sonhado, mas acordei com a voz grave de meu rádio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;- Essa é a sua rádio preferida com as ultimas noticias, foi encontrado esta madrugada o corpo de uma mulher loira, aparentando 32 anos. A policia não deu detalhes, mas ela fontes seguras nos informaram que seu corpo estava cheio de fraturas, cortes e mordidas, além do forte indicio de que foi estuprada. Voltaremos em breve com mais noticias, fiquem agora com a favorita da manhã...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“I dreamed I was missing... you were so scared... But no one would listen... Cause no one else cared...”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;Tinha certeza de estar completamente acordada, assassinato? Estupro? Corpo destroçado? Nem ouvira a música que começava lenta. Parecia que minha rotina havia sido quebrada...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“When my time comes, forget the wrong things that I've done, help me leave behind some reasons to be missed...”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas eu ainda tinha que levantar e fazer meu café com canela... Ir na mercearia, na lavanderia... E ir trabalhar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;~&lt;b&gt;Trilha Sonora&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;gt;&lt;/b&gt;The Cranberries - Linger&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;gt;&lt;/b&gt;Gwen Stefani - Cool&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;gt;&lt;/b&gt;Leave Out All the Rest - Link Park&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;~ Titulo do livro "Marcada" de P.C. Cast e Kristin Cast.&lt;br /&gt;~ Apenas o Titulo. História Original de minha autoria.&lt;br /&gt;~ Proibida Cópia total ou parcial sem meu&amp;nbsp;prévio&amp;nbsp;consentimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/430524540774346549-7422897163868993124?l=contosdamalka.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosdamalka.blogspot.com/feeds/7422897163868993124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=430524540774346549&amp;postID=7422897163868993124&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default/7422897163868993124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/430524540774346549/posts/default/7422897163868993124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosdamalka.blogspot.com/2009/11/marcada-capitulo-1.html' title='Marcada - Capitulo 1'/><author><name>Malka Lima</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06357062629639780500</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-7RAOO2aRIMY/TemPQWUN9BI/AAAAAAAAAaw/FfkY2uK8kIk/s220/101011_155741.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
